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Hoje em dia, muitas empresas decidem pela migração do sistema proprietário da Microsoft por uma alternativa em código aberto.
Uma das variáveis que leva à essa migração é justamente o menor custo dos sistemas Linux em relação ao sistema proprietário Windows, porém essa é apenas uma das variáveis que deve ser levada em conta em uma migração.
Quando se migra servidores, normalmente estamos falando de um setor crítico, com informações que não podem ser perdidas e configurações “otimizadas” para a empresa.
Por isso, antes de uma migração, é necessário avaliar problemas que podem ocorrer, fiz um checklist de 10 problemas que podem atrapalhar uma migração: Continue lendo ‘Migração Windows para Linux - Servidores’

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A área de TI se tornou uma das áreas mais importantes nas empresas atualmente. Com a informatização dos processos, muitas empresas viraram altamente dependentes da informática, e o bom gerenciamento desse complexo setor é uma tarefa igualmente complexa.
Continue lendo ‘O que é TI? - Parte 4 - Gerenciamento de TI’

Muito tem se falado sobre o substitutivo aos Projetos de Lei 76/2000 e 137/2000, do Senado, e 89/2003, da Câmara, proposto por Eduardo Azeredo (PSDB-MG), porém sem uma abordagem dos três lados diretamente envolvidos no projeto, o usuário, o lado “técnico” ou do profissional de informática (principalmente da área de segurança) e o lado dos provedores.
O Usuário
A partir do momento da conexão, o provedor escolhido pelo usuário estará registrando tudo o que ele faz na internet, de uma conversa em salas de bate papo com amigos à um e-mail enviado à sua empresa, todos os passos serão registrados e guardados por três anos pelo provedor.
Caso o usuário resolva falar mal de alguém, contar uma piada que pode ser considerada racista, ofender a etnia ou cometer qualquer crime previsto em lei (e são muitos), o provedor será obrigado a denunciar o mesmo à polícia, sendo que esta denuncia será sem o consentimento do usuário.
No âmbito do Ordenamento Jurídico Brasileiro, o usuário estará fornecendo provas contra si mesmo, sem contar a violação ao princípio da intimidade, vida privada, honra e imagem (artigo 5º, inciso X da Constituição Federal), gerando uma contrariedade com a nossa Carta Magna, isso leva à conclusão de que o substitutivo proposto fere a Constituição Brasileira, sendo inconstitucional, não podendo ser aprovado.
O profissional de infomática
Essa lei afetará o profissional de informática de diversas formas, porém deixa em aberto o principal: quem pode ser considerado um profissional de informática?
No Brasil não há regulamentação sobre os profissionais de informática. De acordo com o senador Azeredo, a lei se aplica a autoridades, isentando aí os “micreiros”, porém não deixa claro como irão selecionar quem são as autoridades e muito menos o que será preciso para ser considerado um profissional de informática.
Essa brecha poderá ser utilizada por muitos, ainda mais com a proliferação de cursos de terceiro grau de apenas dois anos, os chamados tecnólogos, que se beneficiariam caso essa definição fosse dada apenas à quem tem curso superior.
Outro ponto é que dá plenos poderes aos “justiceiros virtuais”, pois cria a regra do “olho por olho, dente por dente”, como no caso de golpes virtuais, os conhecidos phishing que daria pena de um a três anos de prisão de acordo com o projeto, e que isenta o profissional de segurança, que poderia realizar ataques de phishing scam em casos de defesa digital ou em um contra-ataque.
Os provedores
A parte dos provedores é um tanto complicada, há ainda muita dúvida sobre o verdadeiro papel deles e há a possibilidade de ganharem poderes para a invasão de privacidade dos usuários e denunciar à polícia eventuais crimes, atuando assim como “dedo-duro”.
Caso esse policiamento fique sob a responsabilidade dos provedores, haveria gasto com equipamentos para o armazenamento dos arquivos de registros de atividades (logs) dos usuários e contratação de profissionais para detectarem crimes nestes registros, gasto este que os provedores não gostariam de ter, e que poderia prejudicar diversos micro provedores.
Outro ponto importante é, como algumas pessoas tem foro especial, como é o caso de deputados, juízes, o presidente da república, entre outros, que somente podem ser “grampeados” pela polícia federal o projeto substitutivo criaria mais uma complicação, como regulamentar isto é uma outra questão.
Conclusão
Estes são alguns pontos, dos muitos, que podem ser levantados sobre este assunto, há muito mais ainda a ser questionado e deveria haver um amplo debate com a população e o pessoal técnico para avaliar a validade da proposta.
O projeto, em minha opinião, tem vários pontos vagos, que podem levar à ambigüidade ou interpretações dubias, devido a estes fatos ele deveria ser retirado de votação, revisto, debatido e somente após isso ser levado novamente à votação.
PS: Muito obrigado a Lorena Ximenes pela ajuda técnica em direito e legislação e a Graziele Ceccato que sempre revisa a gramática e a acentuação em meus textos.
Fontes consultadas:
SaferNet Brasil
Google
Uol
Terra

SoftwareLivre.org
Br-Linux

No artigo O que é TI - Parte 1 - Conceitos um comentário me chamou a atenção, ele perguntava quais os cuidados a serem tomados durante a implantação de software.
Existem dois tipos de implantação de software, a implantação de um software em substituição à um antigo e a de um software “do zero”.
Mesmo com ambas implantações tendo pontos iguais, as duas se diferenciam por enfrentar desafios diferentes, enquanto em uma implantação de substituição você pode enfrentar resistência por parte dos usuários, em uma implantação do zero o desafio é o treinamento, que deve ser muito bem executado.
A implantação de software normalmente tem 5 fases:
Continue lendo ‘Implantação de software’

Palavras como pró-ativo, dinâmico e equipe hoje estão em praticamente todos os anúncios de empregos, porém, muitos setores de RH nem sabem o que é isso, e pedem apenas porque estas palavras estão na moda.
Quando se fala em profissional de TI é complicado separar o joio do trigo, e muitas vezes a empresa acaba contratando alguém que não se enquadra no perfil requerido pela empresa.
Na área de informática idade não é sinonimo de qualidade, e muitos jovens são tão ou mais capazes que profissionais mais velhos.
Em um cenário onde cada dia há uma novidade, se manter atualizado é vital, porém o excesso de informação muitas vezes atrapalha, há muito para aprender e pouco tempo para isso.
Há muitas dúvidas também entre especialização e generalização, o profissional deve ser focado em apenas uma área ou tentar entender um pouco de todas?
Na minha opinião há espaço para ambas, especialização e generalização devem conviver, e são vitais para o setor empresarial, tendo cada um o seu espaço.
Entre os profissionais de TI normalmente percebo três perfis, o gerencial, o perfil de campo e o administrativo, abaixo falo um pouco sobre cada um deles:
Continue lendo ‘O que é TI? - Parte 3 - O profissional de TI’